Quem já conduziu uma aquisição conhece o roteiro: a lista de documentos vive numa planilha que cada parte atualiza do seu jeito, as certidões chegam por e-mail em versões diferentes, e o status só existe na cabeça de quem está tocando o trabalho.
O Dilix nasceu em 2019 para tirar a diligência desse modo de operação.
Incorporadora comprando vários lotes para projetos diferentes, ou gestora montando uma carteira de galpões, não quer dez planilhas e dez trocas de e-mail. No Dilix, cada aquisição tem a sua diligência, e o cliente vê todas lado a lado: quais estão andando, quais travaram e o que falta para cada uma chegar à escritura.
Seja a compra de um galpão, um CRI ou a aquisição de uma empresa, a diligência começa pela estrutura da operação: cada imóvel, cada parte e cada sócio ganha a sua própria lista. A partir daí, a certidão deixa de ser uma pergunta perdida no e-mail. Ou foi pedida, ou chegou, ou está atrasada, e o painel mostra qual das três. Quem fecha cada análise é um advogado do escritório.
Pedido, recebimento e versão de cada documento num só lugar, ligado ao imóvel ou à parte a que se refere.
Recebido, em análise, regular ou com achado. Certidão vencida no curso da DD vai para a lista de renovação do fechamento.
Cada achado registrado com gravidade e tratamento proposto, revisado pelo advogado antes de chegar ao cliente.
A evolução da diligência fica rastreável do kick-off ao fechamento, inclusive para a conferência do closing.
O cliente deixa de perguntar como está a diligência. Ele já sabe.
Um painel por operação, com acesso restrito aos seus casos em andamento: quanto já foi analisado, o que falta e de quem depende, e os achados que o advogado validou.
Todos os clientes do escritório têm acesso ao Dilix em suas operações. Quer saber mais sobre o Dilix? Fale com a nossa equipe e peça uma demonstração.